A
cidade de Zaun é um lugar onde tanto a magia quanto a ciência deram errado. O
uso descontrolado de experimentos fez com que a cidade sofresse. No entanto, as
leis brandas de Zaun, permitiram que seus pesquisadores e inventores levassem a
ciência aos seus limites em um passo acelerado, tanto de forma boa quanto ruim.
Foi sob essas circunstâncias que uma equipe de estudantes de doutorado de
Tecmaturgia da Universidade de Zaun fez um importante avanço no campo de
automação inteligente a vapor. A sua criação, um golem movido a vapor chamado
Blitzcrank, foi desenvolvido para exercer ajuda imediata no processo da
recuperação do lixo tóxico
de Zaun, já que em muitas situações a supervisão humana era impossível. No
entanto, em pouco tempo ele começou a demonstrar um comportamento imprevisto. Com o
tempo, os cientistas conseguiram identificar um certo processo de aprendizagem,
e Blitzcrank se tornou uma celebridade. Infelizmente como é comum acontecer, o
crédito pela criação do golem foi dada a pessoa errada – Professor Stanwick
Pididly - apesar da maioria das pessoas
saber da verdade. Com o início de um turbilhão jurídico, tornou-se evidente que
nenhum dos lados realmente ligava para o que era melhor pro golem, e Blitzcrank
humildemente pediu para ter autonomia sobre si. Auxiliado pelo incrível apoio
do público, só demorou algumas semanas para que o liberal Conselho de Zaun
declarasse Blitzcrank uma entidade completamente independente e consciente de
seus atos. Como um ser único, o golem deixou Zaun, angustiado pela controvérsia
e sentido que não havia lugar para ele. Suas viagens o levaram para o único
local em Valoran onde seres únicos tem lugar – League of Legends. Felizmente,
ele adaptou facilmente o próprio design para que ficasse adequado aos desafios
que enfrentaria nos Campos da Justiça. Embora
Blitzcrank possa encarar qualquer coisa em seu caminho, ele tem um coração de
ouro... guardado num compartimento de ferro... e uma carapaça de aço.
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